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Fake News

Com o advento da Internet as notícias falsas ganharam o nome de fake news. É um contencioso que alimenta, na sua maior parte, o mundo encantado sujo na comunicação digital. Mídias sujas que alimentam grupos organizados em bate papo digital.

1. Quem combate essa gente ?
2. Como combater ?


As fake news  são um vírus organizado que tem por finalidade caluniar e desmoralizar a reputação de pessoas. Precisa-se combatê-la! E o início do combate dar-se quando você não propala, não curte ou compartilha uma notícia que nem sabe como surgiu e que, algumas vezes, aparece anônima na tela do seu celular.

Recentemente, agora em maio,( 05/05) por volta de 23 h., recebi a seguinte mensagem: “...caiu um avião na cidade de Vitória do Mearim, no bairro Jaguari". Em outra parte da mensagem surgia comentários, fotos, imagens de incêndios e outras presepadas. Assistindo aquilo tudo passei mão no telefone e liguei para Arnaldo de Pita, um amigo residente nascido e criado na cidade, perguntei:

- Arnaldo, caiu alguma aeronave aí em Vitória do Mearim?
Ele respondeu-me: 
- Aqui, não. 
E eu, insistir :
- No bairro do Jaguari.
E ele respondeu:
- Desde as 18 horas tem uns malandros daqui, plantando fake news nas redes sociais,  e essa é uma delas. Esses cara - continuou ele - sentem prazer em desmoralizar a cidade.

Eu desliguei, agradeci e pus-me a meditar.

Em cidades medianas como Vitória do Mearim, Arari, e outras, qual a finalidade de disseminar fake news? Quem são e onde se organizam ? 

E o Ministério Público, eternamente deitado e ressonando em berço esplêndido, nada diz, nada revela, não diz nada nesse apaniguar de apaniguados. 

É muito simples, basta processar o Administrador do grupo que todos caem num efeito dominó.
Mas, certamente a indústria das fake news continuará porque se faz necessário alimentar os patifes em patifarias.

E do outro lado da ramagem, continuamos seguindo...

... o Carpinteiro.

José Maria Costa

José Maria Costa escreve às segundas-feiras, no Quarentena Literária. É arariense e hospeda-se na cidade de São Paulo, mas nunca perdeu o vínculo com a terra natal. É do ramo das Letras, Educação Física e Direito. Blogueiro e comentarista do “ quotidiano “ e define-se, não como escritor, mas como "escrivinhador", embora seja autor de diversos livros e com participação em várias coletâneas literárias em Arari e no Brasil.

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